Igreja Presbiteriana do Bosque da Freguesia

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Editoriais

“Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade.” Carta de Paulo aos Filipenses 2:12c a 13

A Igreja de Filipos é um excelente modelo de Igreja centrada na Palavra e, ao mesmo tempo, atraente, pois ela ama a Deus, ama os seus irmãos e vive com alegria cooperando com o Evangelho. Ela, foi a primeira Igreja plantada por Paulo na Europa (Atos 16:11 a 40). Ela, foi a única que continuou associada a Paulo, apoiando a expansão do Reino de Deus feita pelo maior missionário que se tem registro, tanto em oração quanto financeiramente.

O desejo de Paulo, que estava preso e poderia ser executado a qualquer momento,  e não mais conseguir ver aqueles irmãos mais uma vez, exorta-os a desenvolverem sua salvação com temor a Deus, sabendo que nada merecemos da parte Dele e, tudo o que recebemos é fruto exclusivo da Sua graça.

A Igreja de Filipos é uma comunidade modelo e especial por causa da sua cooperação no Evangelho desde o princípio até agora (Fl 1:5). Uma igreja fiel, que cumpriu o seu papel até o fim, que foi alcançada pela pregação do Evangelho e, que agora, coopera com o ministério de Paulo para que outras localidades sejam alcançadas. A Igreja de Filipos não pensa em si mesma, mas nos outros que precisam ouvir as boas-novas do Evangelho.

A Igreja é desafiada pelo apóstolo a viver em unidade, não agindo por partidarismo ou vanglória, mas por humildade (Fl 2:3). O desafio continua, quando Paulo exorta-os a seguir o exemplo de Cristo, tendo a mesma postura humilde que Cristo teve (Fl 2:5).

A Igreja de Filipos é exortada a alegrar-se no Senhor. Somos o povo mais feliz da terra, fomos criados à imagem do Pai, amados por Ele de tal forma que mandou Seu filho para nos salvar, deixando-nos a promessa de voltar para nos buscar. Isto é motivo sobejo de alegria.

No início do último capítulo, o capítulo 4:1, Paulo apela aos Filipenses que permaneçam firmes no Senhor (Fl 4:1).

Tudo o que precisamos hoje, como crentes em Cristo, é permanecer firmes no Senhor, pois o mundo está cada vez mais sedutor, arrastando muita gente boa para o abismo.

Portanto, fortaleçam-se no Senhor e na força do seu poder para poderdes resistir no dia mau.

Reverendo Cezar de Oliveira

“Nisto, veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe JESUS: Dá-me de beber. João 4:7

Jesus está deixando a Judéia em face da pressão dos fariseus, porque ainda não era chegada a sua hora. Ele estava indo para o norte, para a Galileia e Samaria estava no caminho, diz o texto que era necessário atravessar a província de Samaria (V.4).

Cansado da viagem, ele deixa seus discípulos irem a Cidade de Sicar, e fica sentado à beira do poço de Jacó, porque Ele havia marcado um encontro inusitado com uma mulher que, além de Samaritana e solitária, era uma mulher de moral duvidosa. Num tempo em que as mulheres não eram importantes, Ele se importou. Num tempo em que um homem não se dirigia a uma mulher em público, Ele falou com ela. Jesus nunca pediu nada a ninguém que esteja registrado nos Evangelhos, apenas a esta mulher: Dá-me de beber.

A reação da Mulher, primeiro, se baseia no ódio e desprezo milenar entre judeus e samaritanos, pois em torno do século VII antes de Cristo, a Assíria levou cativo os samaritanos para lugares estrangeiros, trazendo estrangeiros para os territórios de Samaria, misturando os judeus samaritanos com diversas nacionalidades. Quando o cativeiro acabou, a província de Samaria estava globalizada, na prática de uma miscigenação religiosa e mergulhada na idolatria. Por isso, os judeus não consideravam os samaritanos como judeus.

Depois, as dúvidas do coração daquela mulher sofrida dá as cartas, quando ela diz: o senhor não tem com que tirar a água, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva? Na situação seguinte, a mulher enxerga presunção nas palavras de Jesus, entendendo que Ele quer se sobrepor a Jacó que cavou aquela fonte de água, deixando como legado para os samaritanos.

O sofrimento de uma vida inteira ofusca o entendimento e a visão daquela mulher, impedindo-a de enxergar. Jesus, então, nos dá uma lição de evangelismo, mostrando que o que Ele oferece é muito maior do que suas preocupações cotidianas.

Jesus, num contexto completamente desfavorável, valoriza, alcança e se revela a uma mulher simples, pois ela estava no seu plano.

Reverendo Cezar de Oliveira

“Todos se dedicavam de coração ao ensino dos apóstolos, à comunhão, ao partir do pão e à oração.” Atos 2:42

Os membros da Igreja dos primeiros três séculos depois de Cristo, que viviam no Império Romano e, muitas vezes hostil, definiam-se como estrangeiros residentes. Estes primeiros cristãos compreendiam-se como diferentes de outros da sua cultura, e viviam juntos como uma comunidade alternativa nutrida por uma história alternativa, a história bíblica, não a cultura deste mundo, que era transmitida aos crentes novos no processo de discipulado. O propósito da Igreja era capacitar um povo distinto moldado pela história bíblica. A Igreja hoje é uma Igreja adaptada à história cultural deste mundo e, portanto, relegada a guetos religiosos, sem expressão na vida das pessoas e da criação num sentido geral do que foi planejado por Deus.

A comunidade assim formada pelas Escrituras era um sinal atraente do Reino de Deus no meio do Império Romano. Os ritos e práticas da Igreja Primitiva tinham o propósito de transformar pagãos que se juntavam à Igreja em cristãos, em um povo diferente que individualmente e de forma coletiva se parecia com Jesus Cristo. Como tais, estas pessoas que tinham a vida transformada pelo poder do Evangelho de Jesus Cristo, vivam uma vida atraente, que despertava a atenção de parentes e vizinhos.

Qual era a essência desta vida atraente? A Igreja Primitiva derrubou as barreiras que haviam sido erigidas no mundo antigo entre ricos e pobres, homens e mulheres, escravos e livres, gregos e bárbaros, em uma criativa e desconcertante “impossibilidade sociológica”, quando coloca no mesmo espaço e patamar todas estas classes de pessoas.

Os cristãos viviam um persuasivo Evangelho de amor e caridade, que era praticado em favor dos pobres, viúvas, órfãos, estrangeiros, doentes, trabalhadores de minas, presos e escravos, na visão de Harnack, em seu livro Missões e a Expansão do Cristianismo. A vida moral exemplar de cristãos comuns se destacava diante da imoralidade desenfreada de Roma. A esperança, alegria e confiança dos cristãos resplandeciam claramente em meio ao desespero, à incerteza e à ansiedade que caracterizava o império decadente. Isto é uma comunidade atraente.

Reverendo Cezar de Oliveira

“Graças te dou, visto que de modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as Tuas obras são admiráveis e a minha alma o sabe muito bem.” Salmos 139:14

Desde Janeiro de 2020, temos compartilhado a necessidade de desenvolvimento da salvação através do estabelecimento de um relacionamento com Deus. Hoje, no último domingo que enfocará este tema, onde os detalhes dos Salmos foram explorados, seus cinco livros, os Salmos que enfocam o relacionamento com Deus, os Salmos de Romagem ou dos Degraus (120 a 134) que eram cantados durante as peregrinações dos judeus da diáspora para participar das festas principais em Jerusalém, queremos, trabalhar o relacionamento com Deus através do Salmo 139, que detalha o profundo conhecimento de Deus a nosso respeito e a constatação de Davi, ao escrever este Salmo, de que, respeitadas as proporções, ele também conhece o Deus que sonda os corações. Leia o Salmo e repare como se dá o seu desenvolvimento:

A palavra chave do Salmo é “CONHECER, Deus conhece nossas vidas, pensamentos, a palavra antes que a mesma chegue a nossa boca, e o servo fiel o sabe muito bem (V.14).

Dos versos de 1 a 6 dos Salmos 139 – Deus sabe tudo o que há para saber sobre os homens. Dos versos 7 a 12 dos Salmos 139 – Depois de detalhar o profundo conhecimento de Deus a respeito dos homens, o salmista constata:  Não há nenhum lugar onde eu possa esconder-me da Tua face. Dos versos 13 a 16 dos Salmos 139 – Aqui há uma constatação surpreendente: O Senhor me viu e me amou antes de eu nascer, ainda no ventre materno, no escuro da vida uterina, o Senhor viu e cuidou do salmista. Dos versos 17 e 18 dos Salmos 139 – Aqui o salmista demonstra toda a sua admiração pelo conhecimento de Deus que, para ele, são preciosíssimos. Dos versos 19 a 22 dos Salmos 139 – O salmista mostra sua lealdade e amor ao Senhor, ele não se conforma com o procedimento deste mundo perverso que não reconhece a grandeza de Deus. Dos versos 23 e 24 dos Salmos 139 – O salmista clama: sonda-me, ó Deus, vê se há em mim caminho mau que me impeça de seguir o caminho eterno, em direção ao Eterno.

O retrato do relacionamento com Deus é muito nítido neste Salmo: O Salmista se coloca diante do Deus que nos conhece e pede para que o livre do caminho mau, guiando-o ao Eterno.

RUTE, UMA MULHER EXTRAORDINÁRIA

“Que o Senhor me castigue, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.” Rute 1:17

Nossa história começa no período dos juízes, quando Elimeleque, Noemi e seus filhos Malom e Quiliom saem de Belém (casa do Pão) por causa da fome, indo aventurar-se na terra de Moabe (descendentes de Ló com uma de suas filhas). Nesta terra estranha, o marido de Noemi morre. Seus filhos se casam com Moabitas, Rute e Orfa. Passam-se dez anos e os dois filhos de Noemi morrem sem deixar descendentes. Ouvindo Noemi que a fome em Belém havia cessado e a fartura de alimento havia voltado, Noemi, pobre e sem família, resolve voltar para sua terra. Despede suas noras a fim de que voltem para as suas casas e contraiam novas núpcias, pois ainda eram novas, mas as duas resistem deixar a sogra sozinha em tamanho infortúnio. Noemi explica para elas que se a acompanharem não terão futuro promissor e Orfa, chorando muito, volta para a sua casa e seus deuses, Rute, porém, determinada a não deixar sua sogra só com suas perdas, diz a Noemi: “Não me instes para que te deixes, nem me obrigue a não segui-la! Porque aonde quer que fores, irei…” Rute 1:16. Sem dúvidas, um dos textos mais lindos da Bíblia que nos leva a pensar: Por que uma moabita resolve deixar sua terra, seus deuses, sua família para acompanhar sua sogra que colecionava perdas em sua vida, voltando para a sua terra sem dinheiro, sem filhos ou netos, sem marido e família? A vida de Noemi não tinha nenhum atrativo, nada que pudesse justificar a atitude de Rute.

Parece que as razões para a atitude de Rute estão no seu caráter, no seu interior, o que faz desta mulher, uma mulher extraordinária. Repare:

1)Rute é uma mulher determinada a não deixar a sua sogra sozinha no momento mais cruel de sua vida, deixando sua vida para abençoar sua sogra.

2)Rute é uma mulher de extrema solidariedade (ficar do lado de alguém, sustentando-a).

3)Rute resolve trabalhar para prover de alimento sua sogra (Deixa-me ir… Para pegar espigas. Rute 2:2)

4)Rute obedece a Noemi e aceita cumprir o plano ousado de deitar aos pés de Boás e pedir que ele lançasse sua capa sobre ela, um gesto que confirmava o compromisso do resgatador para suscitar descendência ao filho falecido de Noemi. Rute 3:9.

Reverendo Cezar de Oliveira

Mensagens

1 Coríntios 15: 1 a 58 - parte I
Rev. Cezar Santos de Oliveira
03 de Dezembro de 2020
1 Coríntios 15: 1 a 58 - parte II
Rev. Cezar Santos de Oliveira
04 de Dezembro de 2020

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Auxiliar de Diaconia

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